
Mork: praticamente um cosplay de Matrix.
Explorar o conteúdo do Whiplash é sempre uma diversão – afinal, metaleiros são sujeitos divertidos, não? Ninguém mais iniciaria resenha de um álbum de modo tão peculiar:
Direto da capital do Inferno – Brasília – surge um conjunto com grande potencial para se destacar entre os nomes do Black Metal Sinfônico do Brasil.
Por isso, não dá pra ser repetitivo ou enfático o suficiente ao dizer que analisaremos uma banda de BLACK METAL SINFÔNICO DIRETO DA CAPITAL DO INFERNO. A citação acima vem da crítica ao novo EP da Mork, Preposterous. Se, por um lado, sinto-me feliz em saber onde está localizado o inferno – jurava que ficava em alguma ilha no meio do Pacífico -, dúvidas cruéis me vêem à cabeça em relação ao rótulo da banda. Afinal, de acordo com o Aurélio:
Sinfônico adj. 1. Relativo a sinfonia. 2. Executado por orquestra (concerto).
E como a comunidade do Orkut do Mork diz que os integrantes da banda são
Gabriel – Bateria
Samuel – Vocal
Pedro Peres – Guitarra/Back Vocal (sic)
Rafael Foizer – Guitarra
Guilherme – Baixo
Leonardo – Sintetizadores
Só posso me perguntar: cara, cadê a orquestra? Digo, onde estão, ao menos, os instrumentos de orquestra? Concluí, depois de muita meditação, que esse é o grande mérito da banda. Fazer uma sinfonia sem sinfonia não é pra qualquer um. Pena que o bombômetro não contabilize abstrações do gênero.
Provavelmente, a figura do papa na capa do Preposterous demonstra que. apesar da pose, os membros do Mork são católicos fervorosos.
Analisando a tracklist.
Praticando um pouco mais do meu dom visionário, descreverei cada uma das faixas, conhecendo apenas o título.
01. Calumnious (intro) – Ah… nada como falar da infância na primeira faixa! O vocalista conduz uma história de medo e sofrimento – com um tom de denúncia social – sobre a primeira surra de cinto que levou do pai, após ter dito calúnias sobre a sexualidade do irmão mais velho.
02. The Misanthropic – Num acesso de fúria, a banda condena o comportamento misantrópico, enaltecendo a experiência social promovida pelos meios eclesiásticos.
03. Divine Sovereignty Corrupted – “Jeová é Deus e ninguém mais” é o primeiro verso da terceira faixa, atacando claramente o culto a outros deuses.
04. Heretic Doctrine – Mais um protesto, dessa vez contra sacerdotes que cometeram pedofilia na Igreja Católica. A excomunhão é sugerida como a punição mais justa para tais atos.
05. Forbidden Flesh – Saindo um pouco do tema religioso, um erro de digitação no título muda todo o contexto da música. Seu verdadeiro é Forbidden Flash, e fala sobre o primeiro Flash – Barry Allen -, personagem dos quadrinhos da DC, desaparecido durante o megaevento Crise Nas Infinitas Terras.
06. Hellstorm – As chuvas torrenciais no sertão nordestino serviram de temática para finalizar o EP. A música atinge o ápice quando o vocalista começa a gritar que “o inferno alagou, será que a seca já não bastava?”.
“Mork – Preposterous”
BOMBÔMETRO: 89%
HAHAHAAHHAHAHA
essa bombinha foi a melhor. (:
adoro bandas com sinfonias e derivados.
ainda mais com caras de cabelões que usam kolene.
666 para eles!
vc foi bonzinho dessa vez, o bombometro já foi mais cruel! 89%??? só pode ter sido por causa do flash!
colé, maluco?
colé, maluco?
Acho interessantes certas criticas infundadas derivadas de falta de informação. “Só posso me perguntar: cara, cadê a orquestra? Digo, onde estão, ao menos, os instrumentos de orquestra? ”
Se você se deu ao trabalho de pesquisar o significado de sinfônico no dicionário, por que não aproveitou para pesquisar o que é um sintetizador?
“Um sintetizador é um instrumento musical eletrônico projetado para produzir sons gerados artificialmente, usando técnicas diversas.”
Confira também o vídeo a seguir demonstrando o uso de um sintetizador: http://www.youtube.com/watch?v=UhO_4ANCuRU&feature=related
Diferenças de opiniões e criticas são interessantes,porem criticas burras e geradas por falta de conhecimento e preconceito não são.
Então fica a dica campeão. Entretenimento sim, mais diante de certos comentários que observei em seu blog você não esta muito diferente das bandas e filmes que você tanto critica.
“Acho interessantes certas criticas infundadas derivadas de falta de informação.”
Cara, você leu a PROPOSTA do blog?
“criticas burras e geradas por falta de conhecimento e preconceito”
De novo, VOCÊ LEU A PROPOSTA DO BLOG?
Então fica a dica, campeão.
P.S.: Uma sinfonia no sintetizador continua não sendo uma sinfonia.
Bem condizente com a descrição do blog mesmo hehe.
Realmente não tinha lido…
E uma sinfonia no sintetizador não é executada por uma sinfonia, mais reproduz seu som perfeitamente. Então o adjetivo sinfônico se aplica.
Mai ok desconsidere o comentário um tanto agressivo.
Ate mais.
Beleza hahaha. Tranquilo.
Thiago, você tem um português péssimo, diga-se de passagem.
“Acho interessante” e não “interessantes”
“mais diante de certos comentários” é MAS, de porém.
Não é mais de +.
Enfim. Boa sorte com sua sinfonia.
essa foi a melhor! nrsauirhsapas
mas let é mais from hell corrigindo o português do que qualquer metaleiro falando de religião, oh yeah
deciclopedia total….argumentos sem fundamentos,falta de entendimento sobre o que criticou!e uma pena que pessoas como vc acabam estragando um otimo meio de comunicacao que e o blog…
sem mais
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